Por Juliana GonçalvesTer muitos filhos é um ônus a mais no orçamento doméstico e o fator econômico influência diretamente, pois o recurso é escasso e como fazê-lo render no final do mês é o que muitas famílias se perguntam. O acesso à informação e ao conhecimento torna as pessoas mais racionais, e o resultado se encontra em casais com um número menor de filhos do que os seus avós tiveram.
Além da facilidade de acesso à informação, o nível de escolaridade dos brasileiros está cada vez mais elevado. As pessoas se tornando mais instruídas tendem a tomar decisões mais coerentes, conseguindo interpretar as informações econômicas. De acordo com o IBGE, as famílias estão tendo cada vez menos filhos: em 1960, a média era de seis filhos por mulher, hoje é de apenas dois. E este é mais um reflexo das transformações ocorridas na família brasileira, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a popularização dos métodos anticoncepcionais.
Segundo o economista Emerson Alan, professor da Universidade Católica Dom Bosco, para 90% da população brasileira economicamente ativa, a cesta alimentação é a mais preponderante dentro de seus orçamentos. “Você tem que se planejar, o planejamento é a base de tudo, fazer uma lista e ver o que eu tenho de despesas fixas, o que eu poderia cortar para que eu possa ter uma sobra maior, para poder guardar, para fazer aplicação financeira. Para que daqui tanto tempo eu consiga ter um recurso para fazer uma viagem, então tudo isso, é planejamento”, explica ele.
Quanto mais filhos mais despesas é o que afirma a empregada doméstica Luzinete Cavazani, 48 anos, que tem dois filhos adolescentes. “Este mês nós sentamos para ver o que pode diminuir para tentar sobrar. Deveria ser uma prática constante, mas agora que a gente está parando e pensando nisso, todo mês eu e meu marido fazemos a compra de mercado sempre de olho nas promoções. Se a maçã esta um real mais cara porque não comprar o caqui que esta mais barato? Mas os gastos com telefone, internet, carro também são bem grandes.”
De acordo com a técnica em enfermagem, Francisca Alves, 66 anos, sabendo poupar, pode-se ter uma alimentação saudável com os mesmos nutrientes encontrados nos alimentos de primeira qualidade e que também são mais caros. Ela ressalta que o Brasil desperdiça muito alimento, que pode se transformar em uma refeição e esquece que nas cascas destes encontram-se muitas vitaminas. “Tudo se resume em não desperdiçar, você tem que viver bem, e você ganha para viver o melhor possível, tudo isso dentro da economia usando o necessário, pois no desperdício vai um terço do nosso salário. O meu objetivo é viajar, então este é o primeiro item da minha lista de contas. E tudo o que vou comprar eu tendo pagar à vista, ou guardando um pouco de dinheiro para não pagar os juros. Sempre visando minhas viagens”.
Além da facilidade de acesso à informação, o nível de escolaridade dos brasileiros está cada vez mais elevado. As pessoas se tornando mais instruídas tendem a tomar decisões mais coerentes, conseguindo interpretar as informações econômicas. De acordo com o IBGE, as famílias estão tendo cada vez menos filhos: em 1960, a média era de seis filhos por mulher, hoje é de apenas dois. E este é mais um reflexo das transformações ocorridas na família brasileira, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a popularização dos métodos anticoncepcionais.
Segundo o economista Emerson Alan, professor da Universidade Católica Dom Bosco, para 90% da população brasileira economicamente ativa, a cesta alimentação é a mais preponderante dentro de seus orçamentos. “Você tem que se planejar, o planejamento é a base de tudo, fazer uma lista e ver o que eu tenho de despesas fixas, o que eu poderia cortar para que eu possa ter uma sobra maior, para poder guardar, para fazer aplicação financeira. Para que daqui tanto tempo eu consiga ter um recurso para fazer uma viagem, então tudo isso, é planejamento”, explica ele.
Quanto mais filhos mais despesas é o que afirma a empregada doméstica Luzinete Cavazani, 48 anos, que tem dois filhos adolescentes. “Este mês nós sentamos para ver o que pode diminuir para tentar sobrar. Deveria ser uma prática constante, mas agora que a gente está parando e pensando nisso, todo mês eu e meu marido fazemos a compra de mercado sempre de olho nas promoções. Se a maçã esta um real mais cara porque não comprar o caqui que esta mais barato? Mas os gastos com telefone, internet, carro também são bem grandes.”
De acordo com a técnica em enfermagem, Francisca Alves, 66 anos, sabendo poupar, pode-se ter uma alimentação saudável com os mesmos nutrientes encontrados nos alimentos de primeira qualidade e que também são mais caros. Ela ressalta que o Brasil desperdiça muito alimento, que pode se transformar em uma refeição e esquece que nas cascas destes encontram-se muitas vitaminas. “Tudo se resume em não desperdiçar, você tem que viver bem, e você ganha para viver o melhor possível, tudo isso dentro da economia usando o necessário, pois no desperdício vai um terço do nosso salário. O meu objetivo é viajar, então este é o primeiro item da minha lista de contas. E tudo o que vou comprar eu tendo pagar à vista, ou guardando um pouco de dinheiro para não pagar os juros. Sempre visando minhas viagens”.
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