Por Juliana Gonçalves
Nem todos os profissionais formados em algum curso exercem a profissão que escolheram para ser graduado. E no jornalismo não é diferente. Um mercado saturado, que paga pouco e o sindicato ainda está se organizando. Muitos falam que é um trabalho ingrato, pois alguns profissionais comparam o tempo que está no mercado como jornalistas, com o mesmo de advogados ou médicos e se deparam com a realidade de não ter um piso salarial compatível.
Andiara Scheich, de 28 anos, é formada em jornalismo há dois anos, e apesar dos vários estágios durante a faculdade, ela ainda não está no mercado de trabalho como jornalista. “Acredito que o mercado está cheio, mas o jornalismo é minha paixão, é realmente o que gosto de fazer”, afirma Andiara que hoje trabalha no setor administrativo de uma empresa de engenharia.
A gerente de contas de uma empresa de celulares, Patrícia Helena Freire, de 26 anos, se formou em jornalismo pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) em 2002 e conta que na época da faculdade não chegou a fazer estágio na área de comunicação, começou a trabalhar como estagiária nesta empresa de celulares.“Depois de formada eu acabei continuando nesta empresa, pois com a conclusão da graduação o salário melhorou, e conversando com amigos eu via que o salário deles não era compatível com o meu, então não compensava deixar meu emprego, apesar de que teve momentos que eu pensei em atuar no jornalismo”, ressaltou Patrícia. Ela ainda dá a dica: se a pessoa realmente quer o jornalismo e não se preocupa com o dinheiro, deve investir e não trocar de profissão porque senão dificilmente volta.
Para Ludiney Moura, de 25 anos também formado na UCDB mas em 2004 a história é uma pouco diferente. Apesar dele ter escolhido a graduação de jornalismo e ter feito teologia para complementar os estudos, encontrou, três anos depois de formado, sua vocação no cargo de pastor. “Logo que me formei montei uma agência de publicidade e propaganda e comunicação que durou um ano, depois disso passei para a assessoria onde fiquei uns dois anos até ser pastor. Hoje eu ainda não estou totalmente afastado da profissão de jornalismo, ainda tento conciliar escrevendo para alguns jornais, mas já não vivo mais disso”, disse Moura.
Ele disse que ao trocar o cargo na assessoria pelo de pastor chegou a ganhar um quinto do que estava ganhando, mas não se arrepende. Hoje, apesar de estar concluindo dois livros, ele descobriu que o dia-a-dia da redação não é algo de que goste.
Andiara Scheich, de 28 anos, é formada em jornalismo há dois anos, e apesar dos vários estágios durante a faculdade, ela ainda não está no mercado de trabalho como jornalista. “Acredito que o mercado está cheio, mas o jornalismo é minha paixão, é realmente o que gosto de fazer”, afirma Andiara que hoje trabalha no setor administrativo de uma empresa de engenharia.
A gerente de contas de uma empresa de celulares, Patrícia Helena Freire, de 26 anos, se formou em jornalismo pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) em 2002 e conta que na época da faculdade não chegou a fazer estágio na área de comunicação, começou a trabalhar como estagiária nesta empresa de celulares.“Depois de formada eu acabei continuando nesta empresa, pois com a conclusão da graduação o salário melhorou, e conversando com amigos eu via que o salário deles não era compatível com o meu, então não compensava deixar meu emprego, apesar de que teve momentos que eu pensei em atuar no jornalismo”, ressaltou Patrícia. Ela ainda dá a dica: se a pessoa realmente quer o jornalismo e não se preocupa com o dinheiro, deve investir e não trocar de profissão porque senão dificilmente volta.
Para Ludiney Moura, de 25 anos também formado na UCDB mas em 2004 a história é uma pouco diferente. Apesar dele ter escolhido a graduação de jornalismo e ter feito teologia para complementar os estudos, encontrou, três anos depois de formado, sua vocação no cargo de pastor. “Logo que me formei montei uma agência de publicidade e propaganda e comunicação que durou um ano, depois disso passei para a assessoria onde fiquei uns dois anos até ser pastor. Hoje eu ainda não estou totalmente afastado da profissão de jornalismo, ainda tento conciliar escrevendo para alguns jornais, mas já não vivo mais disso”, disse Moura.
Ele disse que ao trocar o cargo na assessoria pelo de pastor chegou a ganhar um quinto do que estava ganhando, mas não se arrepende. Hoje, apesar de estar concluindo dois livros, ele descobriu que o dia-a-dia da redação não é algo de que goste.